FALANDO FRANCAMENTE
Por Raimundo Morais
Muitos devem está dizendo, curioso, outros, lastimável, más, o que acontece mesmo em Aquidabã é uma falta total de políticas públicas para o nosso pacato esporte. As poucas que existe, e se existe, no mínimo não são funcionais, desde as simples conservações das nossas principais esportivas (Ginásio José Carlos dos Santos e Estádio Manoel Joaquim Porto) à nossa principal competição, Municipal de Futsal, que lamentavelmente, há três anos tinha sido extinta do calendário da suposta competente Secretária de Esportes e Lazer de Aquidabã, no entanto, começa uma competição repleta de indagações e dúvidas, e pior, suspeita de favorecimento a determinadas equipes, como atletas bem além do limite na equipe ”força-jovem” Expresso.
Já foi época internauta, onde o mercado econômico era gerado pelos senhores feudais, onde os servos serviam de escravos para seus senhores. Teve época, que os coronéis quem decidiam em que o eleitor deveria voltar. Teve tempo que não poderíamos falar o que pensávamos, por que vivíamos censurados, contudo, poucas coisas foi o que mudou de lá para cá: muitos servem de escravos dos seus patrões, a maioria votar em quem seu líder político manda, e poucos podem falar o que defendem. Entretanto, imagino que vocês estão se perguntando neste momento, o que isso tem a vê com nosso pacato esporte?
Na medida em que somos vetados de opinar sobre determinadas situações e somos neutros mediante decisões, porque podemos beneficiar a A ou a B, vivenciamos aquela emblemática frase: ”manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Baixamos a cabeça e saímos. Porém, volto a perguntar, até quando a população desportiva deve agüentar as duras ordens aqui povoadas?
Internauta, o que acontece hoje no esporte aquidabãense, promovidos por muitos, gerenciados por poucos, ou quase nem poucos, é uma política publica esportiva ultrapassada, onde as sobras das ordens dilatórias prevalecem: onde mandar e obedecer são promulgados por pessoas distintas. Até quando vamos e devemos aturar?
Contudo, como bons expectadores de teatro que somos, (onde sempre as melhores cenas são guardas e reservadas para a parti final do show) é notório que os melhores feitos esportivos e com transparência proporcionada por está administração que aí está, parece-me permanecer somente no papel ou nas idéias promulgadas e associadas por uma minoria. Transparência já.
